quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Outras Ondas - Bach e a história dos florais


 Por  João Rafael Torres, tarólogo e analista junguiano

Muitos enxergam os remédios florais com descrédito. Outros priorizam o método como opção mais saudável para lidar com emoções em descompasso. O crescente número de adeptos das gotinhas tem levado ao desenvolvimento de diversos sistemas florais mundo afora. O sistema de Bach continua como a principal referência, pelo pioneirismo. Ele foi criado pelo médico inglês Edward Bach entre os anos de 1930 e 1934. Quarenta anos depois, passou a ser reconhecido pela Organização Mundial de Saúde como método alternativo para a promoção da saúde.

A pesquisa do Dr. Bach se deu de forma empírica, a partir da observação das plantas que compunham o as imediações da casa dele. Nessa análise, ele identificou que cada espécie tinha uma forma peculiar de “comportamento” no relacionamento que estabeleciam com as demais plantas e com o meio em que estavam inseridas. Curiosamente, eram padrões bastante semelhantes aos apresentados pelos pacientes que o procuravam. O médico também percebeu que as dinâmicas emocionais dos doentes tinham uma relação direta com o prognóstico: cada um reagia de forma diferente ao mesmo tratamento, apesar de apresentarem a mesma patologia. Entendeu, assim, que para obter a cura real era mais importante compreender a enfermidade, em vez de simplesmente livrar-se dela – conceito que sustenta os estudos sobre a psicossomática.

Admirador e prático da homeopatia, o Dr. Bach usou a mesma base desse ramo da medicina na criação das 38 essências que criou. O princípio ativo dos florais é energético, e não químico. Corresponde a um radical mínimo, que conduz no remédio o padrão de comportamento apresentado pela planta. Dessa forma, criou um sistema seguro: não provoca dependência química, nem interação medicamentosa ou possibilidade de intoxicação. Age somente sobre as emoções, por similaridade. Ou seja: o floral só age se há ressonância nas emoções de quem o usa. Caso contrário, ele não é assimilado – não desperta efeitos indesejados, como ocorre quando usamos tomamos um remédio químico errado.

O sistema é simples por prioridade do criador. O desejo dele era de que cada indivíduo fosse capaz de observar-se e perceber quais seriam as essências mais indicadas para o momento. O legado do médico está registrado em um livro fininho, de linguagem simples e direta – tudo muito condizente com aquilo que acreditava. Os remédios florais do Dr. Bach (Ed. Pensamento) está dividido em duas partes: Cura-te a ti mesmo, onde conceitua essa nova medicina, e Os doze remédios, onde apresenta as 38 essências e a melhor forma de usá-las. A cada dia, o sistema criado por Bach é revisitado por teóricos em terapias alternativas, que tentam ampliar os ensinamentos dos médicos. Nem sempre conseguem fazê-lo com a eficácia do original.

A eficácia das gotinhas em bebês e animais tem desperta a curiosidade entre os mais céticos da comunidade médica, pois, nesses casos, não há como pensar em efeito placebo. A explicação mais condizente para a ação dos florais vem da física quântica, a partir do estudo sobre o dinamismo energético. Um tema complicado demais para tentar explicar aqui – além de irresponsável, seria leviano para com os pesquisadores da área.

Quando observava plantas e flores, o Dr. Bach teve a sensibilidade de perceber o símbolo que se apresentava em cada uma delas. A cura promovida pelos florais também é simbólica: nos evidencia fragilidades, mas não se esgota como possibilidade única e definitiva.

Os remédios das flores têm a capacidade de refinar os canais de percepção de quem os usa. Despertam, dessa forma, uma atenção maior sobre os padrões emocionais que desenvolvem. E é assim que a cura se processa: em vez de combater a ansiedade, por exemplo, o floral nos leva a refletir sobre os fundamentos e conseqüências que esse comportamento gera. Dessa forma, age como um ampliador para a consciência e oferece uma chance de aprimoramento pessoal. Não deve ser buscado como um simples amenizador de sintomas, e sim como um instrumento para compreender a função que eles têm na nossa vida.

* João Rafael Torres é tarólogo e analista junguiano. Contato: consulta@tarotanalitico.com.br ou www.tarotanalitico.com.br


 
* A coluna Outras Ondas é publicada aos domingos no blog da Revista do Correio: www.correiobraziliense.com.br

Sorteio de um par de ingressos para a peça "Eu odeio o meu chefe" do grupo G7

 O blog Toda Mídia em parceria com o grupo de comédia G7 vai sortear um par de ingressos para a peça “Eu odeio o meu chefe”, que acontece no próximo sábado, 20 de novembro, às 19h30, no Teatro La Salle na 906 Sul, em Brasília.

Para participar do sorteio é simples. Basta responder a pergunta: Qual desculpa você daria para o seu chefe, para poder assistir a peça “Eu odeio o meu chefe”?

A melhor resposta ganha o par de ingresso.

Regras:

- As respostas devem ser postadas nos comentários desse post;

- O blog só recebe as respostas até as 12h de sexta-feira, 19 de novembro;

- O ganhador será anunciado na sexta-feira, 19 de novembro, às 18h;

- As repostas serão avaliadas por uma comissão formada por dois jornalistas e um publicitário;

- ATENÇÃO: O ganhador deve retirar o ingresso na bilheteria do teatro com meia hora de antecedência, as 19h.

Participe!


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Catálogo completo dos Beatles já está disponível para download no Itunes


Quem é fã dos Beatles não pode perder essa. A Apple anunciou nesta terça-feira (14) que os 13 álbuns da coletânea do Beatles estão disponíveis para download no iTunes. O consumidor de países que já têm acesso a esse sistema - o Brasil, por enquanto, não faz parte desta lista - já pode comprar cada álbum por US$ 13. A coleção completa é vendida por US$ 150.

Segundo o jornal "The Wall Street Journal", a distribuição das músicas pela internet só foi fechada após longas negociações entre executivos da Apple, representantes dos Beatles e da gravadora EMI, proprietária de muitas das músicas da banda. 

Até agora, as músicas dos Beatles não haviam entrado no mercado eletrônico. Da mesma forma, a banda não teve suas canções gravadas em CD até 1987, quando o formato de disco compacto já era mais comum na indústria fonográfica.

A coleção completa dos Beatles já estava disponível em MP3 desde ano passado, quando uma edição especial remasterizada de todos os álbuns da banda foi disponibilizado em pen drive e vendido em lojas.

Entrevista de terça: Rodolfo Cordón, grupo de comédia G7


Nesta semana, a entrevista de terça é com Rodolfo Cordón, do grupo de teatro G7. Ele falou ao Toda Mídia sobre o lançamento do DVD, gravado no Teatro Nacional, em Brasília. A história do grupo e a próxima peça, que tem previsão de lançamento em abril de 2011.
O grupo G7 foi fundado em 2001 e nestes nove anos de existência, já apresentaram mais de 15 peças. A de maior sucesso é a “Como Passar em Concurso Público” que foi gravado em DVD recentemente.
Apesar de se chamar G7, o grupo é composto por quatro integrantes: Benetti Mendes, Felipe Gracindo, Frederico Braga e Rodolfo Cordón.  Leia abaixo a entrevista.

Toda Mídia:
Vocês gravaram recentemente no teatro nacional um DVD com a peça "Como passar em concurso público", quando ele será lançado?
Grupo G7: A previsão de pré-lançamento é em dezembro deste ano. Pretendemos abrir uma pré-venda e lançar o DVD completo, com lado A e labo B (feito pela plateia) extras como entrevista com os atores, making of e mais duas cenas que mostram que a participação da plateia não é combinada em março de 2011.

TM: Por que vocês escolheram essa peça pro DVD?
G7: Porque é a nossa peça de maior sucesso em todo Brasil, já foi apresentada em muitas capitais e ficou em longa temporada em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. É a nossa peça que atingiu mais público, calculado em aproximadamente meio milhão de espectadores e fala sobre um tema atual, uma realidade de 10 milhões de pessoas que se interessam pelo tema e nos cobram um DVD.

TM: Brasília é um lugar que respira concurso público, foi daí que vocês tiveram a inspiração para a peça?
G7: Foi das nossas famílias, das nossas experiências de vida e também da nossa cidade, Brasília. Não é apenas por morar aqui que a gente teve a ideia, foi uma junção de coisas que coincidiram e nos fizeram perceber que se tratava de um tema muito interessante e que muitas pessoas iam ter curiosidade. Sim, ajudou o fato de estarmos aqui, mas se fosse só isso talvez a peça não existisse.

TM: Algum dos integrantes do grupo já fez concurso público ou é funcionário público? 
G7: Sim, já fizemos e até passamos em alguns concursos. O G7 tem uma formação acadêmica diversificada em cursos como direito, ciência política, jornalismo e artes cênicas. Já fomos funcionários públicos mas sempre por um curto período. Depois que fizemos a peça do Concurso Público nunca mais fizemos outra coisa a não ser teatro, vídeos e músicas.

TM: Mudando um pouco de assunto, gostaria de falar sobre a história de vocês. Como o G7 começou?
G7: O G7 começou com a ideia de criar um grupo de teatro diferente, em 1999 no recreio do Colégio Marista. Eu e o Fred decidimos criar o grupo que depois recebeu o elenco definitivo: Benetti e Felipe. Começamos a fazer teatro com a peça "Baseado em Fatos Reais" e nunca mais paramos. Mas antes disso nós sempre fomos brincalhões e muito criativos, quando encontramos o teatro canalizamos toda nossa energia nesse gênero artístico.

TM: Quando vocês começaram, temiam que fossem comparados com  "Os Melhores do Mundo"?
G7: Até hoje nos comparam. Essa pergunta, por exemplo, não tem nenhum propósito a não ser comparar a gente com eles, concorda? Por que temer esse tipo de comparação? As pessoas comparam, faz parte da vida, não nos incomoda. Incomodou mais quando as pessoas achavam que fazíamos a mesma coisa que eles. Mas, com o tempo e o nosso trabalho, está cada vez mais claro que se tratam de dois grupos muito diferentes, tanto nos temas, nas mensagens da peça e na forma de realizar os espetáculos. Seguimos o nosso caminho e quem conhece sabe que hoje os dois grupos são muito distintos e tem, inclusive, princípios diferentes e visões diferentes sobre o que é o teatro, a arte e o entretenimento em si. Não obstante, temos muito orgulho de ser da mesma cidade que eles e achamos fizeram muito bem para o teatro brasileiro.

TM: Como vocês veem o público de Brasília?

G7: Maravilhoso. Eu amo Brasília e o público daqui. O único problema é que todos esperam para comprar o ingresso em cima da hora e isso às vezes atrapalha um pouco início do espetáculo. Mas é algo cultural que vai mudando com o tempo, tenho fé!

TM: Além de Brasília, que é a casa de vocês, onde sentiram uma maior receptividade do público?
G7: Em todos os lugares que passamos a receptividade é incrível. De Florianópolis a Recife, Rio a São Paulo, de Manaus a Cuiabá, o povo brasileiro é carente de teatro e de comédias instigantes, que promovam o riso reflexivo. Mas acho que a nossa segunda paixão seria Taguatinga.

TM: Eu vi que vocês vão lançar a próxima peça em abril de 2011. Podem adiantar sobre o que é?
G7:Ainda não posso te falar o nome da peça. Só posso dizer que será tão impactante quanto a do Concurso Público, pois tratará de um tema atual de maneira muito diferente, buscando ajudar as pessoas a se entenderem mais e a compreenderem o porquê de muitas das suas ações norteadas pela sociedade. Ajudou?

TM: Aonde são as próximas apresentações de vocês?
G7: Neste final de semana teremos a peça "Eu Odeio Meu Chefe" no Teatro LaSalle - sábado às 19 e 21 horas e domingo às 20 horas. Maiores informações no site www.simplesmenteg7.com.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Documentário sobre a vida de Ayrton Senna é destaque entre as estreias do cinema dessa semana

Para quem não vai viajar no feriado, uma das opções para não ficar em casa é ir ao cinema. Essa semana está recheada de estreias e o destaque é o documentário “Senna” sobre a vida do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna.  

Além desse, outro destaque é o filme brasileiro “Muita Calma Nessa Hora”, escrito pelo ator e roteirista, Bruno Mazzeo.

Veja abaixo as estreias do cinema para essa semana:

Senna

SINOPSE:
Em comemoração aos 50 anos do nascimento do maior ídolo brasileiro da Fórmula 1, os cinemas de todo o país recebem hoje o filme “Senna”. O documentário conta a história de Ayrton Senna desde o seu ingresso na Fórmula 1 até a sua morte. A história é contada a partir do próprio ponto de vista do piloto e de pessoas que estiveram envolvidas profissionalmente com ele dentro da Fórmula 1.

FICHA TÉCNICA:
Título original: Senna
Reino Unido, 2010. Direção: Asif Kapadialo. Duração: 107 min.

Muita calma nessa hora

SINOPSE:
Três amigas inseparáveis passam por problemas e decidem mudar o rumo de suas vidas. Para isso, elas passam um fim de semana em uma casa de praia em Búzios. No caminho, encontra um hippie que lhes pede carona para tentar achar o pai desconhecido. Depois de atenderem o pedido da moça, elas se preparam para viverem situações inusitadas, hilárias, absurdas e emocionantes.

FICHA TÉCNICA:
Título original: Muita calma nessa hora
Brasil, 2010. Direção: Felipe Joffily. Elenco: Bruno Mazzeo, Fernanda Souza, Marcelo Adnet, Andréia Horta, Débora Lamm, Gianne Albertoni, Sérgio Malandro. Duração: 92 min.

Red – Aposentados e perigosos

SINOPSE:
Agente secreto aposentado é ameaçado de morte e reúne seus antigos companheiros para voltar à ativa. Com grandes nomes do cinema, como Bruce Willis, John Malkovich, Helen Mirren e Morgan Freeman, o filme reúne comédia e ação.

FICHA TÉCNICA:
Título original: RED
EUA, 2010. Direção: Robert Schwentke. Elenco: Bruce Willis, Morgan Freeman, Helen Mirren, John Malkovich, Brian Cox, Mary-Louise Parker, Karl Urban, Richard Dreyfuss e Ernest Borgnine. Duração: 111 min.



Minhas mães e meu pai

SINOPSE:
O filme conta a história de duas lésbicas que mantêm uma relação estável, que é virada de cabeça para baixo quando seus filhos, resolvem procurar o pai doador de esperma.

FICHA TÉCNICA:
Título original: The Kids Are All Right
Irlanda, 2010. Direção: Lisa Cholodenko. Elenco: Julianne Moore, Annette Bening, Josh Hutcherson, Mia Wasikowska, Mark Ruffalo. Duração: 104 min.




As Cartas Psicografadas por Chico Xavier

SINOPSE:
Outra produção nacional que estreia essa semana é o documentário “As cartas psicografadas por Chico Xavier”. O filme mostra relatos de pessoas que receberam do médium Chico Xavier cartas de parentes desencarnados.

FICHA TÉCNICA:
Título original: As Cartas Psicografadas por Chico Xavier
Brasil, 2010. Direção: Cristiana Grumbach. Duração: 90 min.








* Com informações do UOL e Omelete.

Gilberto Gil se consagra o grande vencedor do Grammy Latino nas categorias brasileiras

A noite de ontem (11) foi de comemoração para o Brasil. O cantor e compositor Gilberto Gil conquistou dois prêmios na entrega do 11º Grammy Latino. Gil levou o Grammy Latino de "Melhor álbum de música popular brasileira", por "Banda dois", e "Melhor álbum de músicas de raízes brasileiras", por "Fé na festa".

Adriana Calcanho ganhou o prêmio de "Melhor canção brasileira" por "Tua", interpretada por Maria Bethânia. Outra ganhadora do Grammy foi a cantora gospel Marina de Oliveira. A brasileira conquistou  o prêmio de "Melhor álbum de música cristã em língua portuguesa", com o CD "Na extremidade".

Nas categorias de músicas brasileiras, destaque também para a banda Charlie Brown Jr., cujo "Camisa 10 joga bola até na chuva" foi premiado como "Melhor álbum de rock brasileiro", e a dupla Zezé di Camargo e Luciano, na categoria "Melhor álbum de música sertaneja" com "Double face".  O carioca Diogo Nogueira saiu com o prêmio "Melhor álbum de samba/pagode" por "Tô fazendo minha parte".

Nas categorias gerais, quem levou a melhor foi o dominicano Juan Luis Guerra. Ele conquistou três dos quatro prêmios a que foi indicado, incluindo o de álbum do ano, por "A Son de Guerra".

A cerimônia de entrega do Grammy foi apresentada por Hebe Camargo. A maior parte dos brasileiros indicados não assistiu a premiação.

Veja abaixo a lista completa dos vencedores do 11º Grammy Latino:

Álbum do ano: "A Son de Guerra", do dominicano Juan Luis Guerra.

Canção do ano
: "Mientes", Mario Domm e Mónica Vélez (do grupo mexicano Camila).

Gravação do ano
: "Mientes" (Camila). Mario Domm, Gabriel Castañon e Benny Faccone.

Melhor álbum de música rancheira
: "Necesito de ti", Vicente Fernández.

Melhor canção regional mexicana
: "Amarte a la antigua", Yoel Henriquez e Paco Lugo para Pedro Fernández

Melhor álbum tropical contemporâneo
: "A Son de Guerra", Juan Luis Guerra.

Melhor canção tropical
: "Bachata em fukuoka", Juan Luis Guerra.

Melhor novo artista
: o cubano Alex Cuba.

Melhor álbum vocal pop feminino
: "Mi plan", da canadense Nelly Furtado.

Melhor álbum vocal pop masculino
: "Paraíso Express", do espanhol Alejandro Sanz.

Melhor álbum vocal pop dupla ou grupo
: "Dejarte de Amar", Camila.

Melhor álbum urbano
: "Mi niña bonita", da dupla venezuelana Chino e Nacho.

Melhor álbum cristão (em espanhol)
: "Tienes que creer", Mónica.

Melhor álbum cristão (em português)
: "Na extremidade", Marina de Oliveira.

Melhor álbum instrumental
: "A time for Love", Arturo Sandoval.

Melhor álbum folclórico
: "Tesoros de la música venezolana", Ilan Chester.

Melhor álbum de tango
: "De corazón a corazón mariachi tango", Aida Cuevas.

Melhor álbum de flamengo
: "Sonanta suite", Tomatito.

Melhor álbum de jazz latino
: "Sambolero", grupo brasileiro João Donato Trio.

Melhor álbum pop contemporâneo brasileiro
: "Bom Tempo", Sérgio Mendes.

Melhor álbum de rock brasileiro
: "Camisa 10 joga bola até na chuva", Charlie Brown Jr.

Melhor álbum de samba/pagode
: "Tô fazendo minha parte", Diogo Nogueira.

Melhor álbum música popular brasileira
: "Banda dois", Gilberto Gil.

Melhor álbum de música sertaneja
: "Double face", Zezé di Camargo e Luciano.

Melhor álbum de música de raízes brasileiras-regional
: "Fé na festa", Gilberto Gil.

Melhor canção brasileira (em português)
: "Tua", Adriana Calcanhotto.

Melhor álbum de música latina para crianças
: "Luis Pescetti", Luis Pescetti.

Melhor álbum de música clássica
: empate entre "Integral cuarteto de cuerda" (Leo Brouwer e Amado del Rosario) e "Vital" (Fernando Otero).

Melhor obra/composição clássica contemporânea
: "Pampas", Lalo Schifrin.

Melhor engenharia de gravação para um álbum
: "Distinto" (Diego Torres). Paul Acedo, Rafa Arcaute, Sebastian Krys, Lee Levin, Daniel Ovie, Sebastian Perkal, Tom Russo, Esteban Varela, Dan Warner e Lurssen Inc.

Melhor canção urbana
: "No pidas perdón", Mala Rodríguez.

Melhor álbum de rock vocal dupla ou grupo
: "Fuerza Natural", Gustavo Cerati.

Melhor canção de rock
: "Deja Vu", Gustavo Cerati.

Melhor álbum de música alternativa
: "Hombre invisible", Ely Guerra.

Melhor canção alternativa
: "De donde vengo yo". Gloria "Goyo" Martínez, Miguel "Slow" Martínez e Carlos "Tostao" Valencia (ChocQuibtown).

Melhor álbum de salsa
: "Irrepetible", Gilberto Santa Rosa.

Melhor álbum de cumbia/vallenato
: "Listo pa' la foto", Diomedes Díaz e Álvaro López.

Melhor álbum tropical tradicional
: "El último trago", Buika.

Melhor álbum cantor
: "Cantares del subdesarrollo", Rubén Blades.

Melhor álbum de música banda
: empate entre "Me gusta todo de ti" (Banda El Recodo de Cruz Lizárraga) e "Soy tu maestro" (La Original Banda El Limón de Salvador Lizárraga).

Melhor álbum de música texana
: "Fantasia", Elida Reyna e Avante.

Melhor álbum de música nortista
: "Desde la cantina Vol 1", Grupo Pesado.

Produtor do ano
: empate entre Jorge Calandrelli-Greg Field ("A time for love" de Arturo Sandoval) e Sergio George (India e Prince Royce).

Melhor vídeo musical versão curta
: "Bien o mal" (Julieta Venegas). Agustin Alberdi, diretor, e Nicolas Cabuche, produtor.

Melhor vídeo musical versão longa
: "Una noche común y sin corriente" (Voz veis). Néstor Moure, diretor, e Andrés Guanipa, produtor.


Com informações do G1 e da Folha.com. 

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Receita: Lasanha de berinjela

A receita de hoje é uma lasanha de berinjela. Simples de fazer, saudável e uma delícia. Segue abaixo a receita e espero que gostem.

Ingredientes:

2 berinjelas grandes;

1/2 quilo de carne moída de patinho;

1 lata de molho de tomate;

1 tablete de caldo de carne;

100 gramas de queijo prato fatiado;

100 gramas de presunto fatiado;

100 gramas de queijo parmesão ralado;

1/2 copo (americano) de azeite;

Sal a gosto;

Óleo;

1 litro de água;

1 copo (americano) de vinagre.

Modo de fazer:

Corte as berinjelas em fatias e coloque em uma bacia com água e vinagre. Deixe as berinjelas por cerca de 10 minutos nessa mistura. Enquanto isso faça o molho. Para o molho, é preciso derreta o tablete de carne e um fio de óleo e refogue a carne moída nesse óleo. Depois que a carne estiver refogada, coloque o molho de tomate e acerte o sal.

Agora é a hora da montagem. Pegue um refratário médio e regue com azeite. Coloque as fatias de berinjela até cobrir todo o refratário, regue as berinjelas com azeite. Coloque o molho em cima da berinjela e por cima do molho coloque as fatias de presunto e queijo. Repita o processo mais uma vez. A última camada deve ser de berinjela. Por cima da berinjela, coloque o queijo ralado.